Conselho de Ética instaura processo contra Jair Bolsonaro
Última modificação
20/06/2011 17:16
O Conselho deu início ao processo contra o deputado Jair Bolsonaro
Com informações da Agência Câmara
Nesta quarta-feira (15), o presidente do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar, José Carlos Araújo (PDT-BA), declarou instaurado o processo disciplinar contra o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), provocado por representação do PSOL.
Ele determinou a notificação de Bolsonaro e esclareceu que o processo já está regido pelo novo Código de Ética (Resolução 2/11) e, portanto, está sujeito a avaliação preliminar. O relator, deputado Sérgio Brito (PSC-BA), já anunciou que o parecer prévio será apresentado no dia 29 de junho.
Esse parecer prévio é um exame de admissibilidade e definirá se a representação é apta ou não a gerar uma investigação. Esse documento será votado pelo Conselho de Ética e, se a admissibilidade for aprovada, começa a contar o prazo de 10 dias úteis para a defesa de Bolsonaro.
O relator, no entanto, deixou claro que dificilmente votará pela não admissibilidade da representação, já que foi um pedido de representação contra Jair Bolsonaro foi protocolada por um partido e não apenas de um deputado.
Acusação
Bolsonaro é acusado pelo Psol de quebrar o decoro parlamentar durante discussão com a senadora Marinor Brito (Psol-PA) no dia 12 de maio, quando que se debatia, na Comissão de Direitos Humanos do Senado, o projeto que criminaliza a homofobia (PL 122/06). Bolsonaro teria ofendido a senadora.
A representação também acusa o deputado de racismo, devido a uma declaração dada no programa CQC, da TV Bandeirantes. Quando questionado sobre o que faria se um filho seu namorasse uma negra, Bolsonaro disse que não discutiria “promiscuidade”. Esse caso motivou outra denúncia à Corregedoria da Câmara.
O deputado alega que, no programa, confundiu a palavra negra com gay. Sobre Marinor Brito, Bolsonaro disse que está “se lixando” para as queixas da senadora. Segundo ele, na discussão, Marinor o teria chamado de "homofóbico, corrupto e assassino".
Nesta quarta-feira (15), o presidente do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar, José Carlos Araújo (PDT-BA), declarou instaurado o processo disciplinar contra o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), provocado por representação do PSOL.
Ele determinou a notificação de Bolsonaro e esclareceu que o processo já está regido pelo novo Código de Ética (Resolução 2/11) e, portanto, está sujeito a avaliação preliminar. O relator, deputado Sérgio Brito (PSC-BA), já anunciou que o parecer prévio será apresentado no dia 29 de junho.
Esse parecer prévio é um exame de admissibilidade e definirá se a representação é apta ou não a gerar uma investigação. Esse documento será votado pelo Conselho de Ética e, se a admissibilidade for aprovada, começa a contar o prazo de 10 dias úteis para a defesa de Bolsonaro.
O relator, no entanto, deixou claro que dificilmente votará pela não admissibilidade da representação, já que foi um pedido de representação contra Jair Bolsonaro foi protocolada por um partido e não apenas de um deputado.
Acusação
Bolsonaro é acusado pelo Psol de quebrar o decoro parlamentar durante discussão com a senadora Marinor Brito (Psol-PA) no dia 12 de maio, quando que se debatia, na Comissão de Direitos Humanos do Senado, o projeto que criminaliza a homofobia (PL 122/06). Bolsonaro teria ofendido a senadora.
A representação também acusa o deputado de racismo, devido a uma declaração dada no programa CQC, da TV Bandeirantes. Quando questionado sobre o que faria se um filho seu namorasse uma negra, Bolsonaro disse que não discutiria “promiscuidade”. Esse caso motivou outra denúncia à Corregedoria da Câmara.
O deputado alega que, no programa, confundiu a palavra negra com gay. Sobre Marinor Brito, Bolsonaro disse que está “se lixando” para as queixas da senadora. Segundo ele, na discussão, Marinor o teria chamado de "homofóbico, corrupto e assassino".