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Bibliografia

Bibliografia

LIVROS

  • LOPES, Ignez Vidigal (Coord.). O mecanismo de desenvolvimento limpo: guia de orientação. Rio de Janeiro: FGV, 2002. 90 p.
    Discorre sobre o aquecimento global, efeito estufa, e redução de dióxido de carbono e gás metano. Define o objetivo do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), contempla regras e procedimentos correlacionados e lista as instituições supervisoras do projeto. Estabelece diretrizes para a adoção de uma nova política ambiental com cooperação internacional visando o mesmo objetivo.

  • METZ, Bert (et al.). IPCC special report on carbon dioxide capture and storage. Cambridge: Cambridge University Press, 2005. 431 p. ; il., color.
    Provê informações para órgãos formadores de políticas públicas, cientistas e engenheiros sobre mudanças climáticas no planeta e redução de emissões de gás carbônico. Descreve fontes de emissões, seqüestro, transporte e imobilização de CO2. Discute ainda custos, potencial econômico, questões sociais e aspectos legais. As opções de imobilização avaliadas incluem armazenamento geológico, marinho e mineral. Analisa essas opções no contexto de outras medidas de mitigação da poluição ambiental, como eficiência energética, energias renováveis e nuclear, e alternativas à queima de combustíveis fósseis.

  • U.S. Congress, Office of Technology Assessment, Changing by Degrees: Steps to Reduce Greenhouse Gases, OTA-O-482. Washington, DC: U.S. Government Printing Office, February, 1991. 357 p.
    Afirma que o dióxido de carbono e o clorofluorcarboneto (CFC) são responsáveis por 80% do processo de aquecimento global. Admite que os EUA tem grande parcela de contribuição, pois é o maior emissor de CO2 na atmosfera. O documento objetiva explicitar maneiras de se reduzir, num curto prazo, a emissão de dióxido de carbono nesse e em outros países. Aponta os vários setores envolvidos na problemática; inclui dados e gráficos que mostram as emissões do gás, bem como o potencial para reduzi-las.

PERIÓDICOS [solicitar cópia]

  • AGARWAL, Anil; NARAIN, Sunita. Clima: um tempo quente. O Correio/Unesco, v.26, n.12, p.10-13, dez., 1998.
    Afirma ser cada vez mais evidente que “o Protocolo de Kioto não é apenas um convênio sobre meio ambiente, mas sim um dos acordos comerciais mais importantes do século”. Ressalta o risco de, na prática, o acordo internacional funcionar meramente como um mercado de permissões para poluir, especialmente com a instituição dos Mecanismos de Desenvolvimento Limpo ou Clean Development Mechanism (CDM). Inclui gráfico com emissões mundiais de CO2 por grandes regiões.
  • BELMIRO, Tânia R. Mercado global de carbono. Agroanalysis, Rio de Janeiro, v.25, n.3, p.44-45, mar., 2005.
    Trata da mudança climática no mundo e a conseqüente busca pelo equilíbrio social e melhor uso dos recursos naturais. Ressalta que desde a COP I – Comitês das Partes, em 1995, o tema “redução de emissão dos gases causadores do efeito estufa” conquista maior adesão entre empresas e governos. Aborda o funcionamento do mercado de carbono, dos Certificados de Redução de Emissão (CREs) e dos projetos de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL). Apresenta quadro sintético  sobre a história do Protocolo de Kyoto e suas repercussões pelo mundo.
  • BRUNO FILHO, Laércio. Oportunidades da pecuária. Agroanalysis, Rio de Janeiro, v.26, n.6, p.23, jun., 2006. Nota: Título do artigo é precedido do tema: Mercado de carbono.
    Destaca que a entrada em vigor do Protocolo de Kyoto, em fevereiro de 2005, possibilitou que empresas de vários ramos de atividades obtivessem lucro com a venda de Certificados de Emissões Reduzidas (CERs), documento validado por entidades acreditadas pela ONU e organismos internos de cada país. Coloca que o Brasil tem grande potencial para explorar esse segmento, viabilizado através dos projetos de Mecanismos de Desenvolvimento Limpo (MDLs), especialmente por ser um grande produtor de carne bovina (o gado emite o gás metano, que contribui enormemente para o efeito estufa).
  • CARNEIRO, Mariana; CARLOS, Paulo César.. Conflito milionário. JB Ecológico, v.4, n.50, p.38-41, mar., 2006.
    Discorre sobre o Aterro de Gramacho, o maior da América Latina, que acumula quarenta milhões de toneladas de lixo. Esclarece que a Companhia de Limpeza Urbana do Rio de Janeiro (Comlurb) pretende fechar o aterro e entregar à iniciativa privada a responsabilidade pelo seu encerramento.  Aborda a questão dos lucros com a conversão deste gás em energia elétrica e créditos de carbono, bem como a problemática social que envolve as comunidades que sobrevivem do lixão.
  • COSTA, Pedro Moura. Tropical forestry practices for carbon sequestration: a review and case study from southeast Asia. Ambio, v.25, n.4, p.279-283, june, 1996.
    Com vistas a cumprir o estipulado pela Convenção das Nações Unidas para a Mudança Climática, países desenvolvidos se empenharam em buscar alternativas interessantes para reduzir suas emissões de gases causadores do efeito estufa. Tal fato levou a um aumento no interesse por projetos de compensação ambiental baseados em florestas que promovem o seqüestro de carbono. Apresenta uma série desses projetos, com destaque a um que envolve a recuperação de área de florestas em Sabah, Malaysia.
  • CUNHA, Lílian. A economia derrete. Isto é dinheiro, São Paulo, n.477, p.54-56, 6 nov., 2006.
    Apresenta resultados do Relatório Stern, estudo sobre o aquecimento global encomendado pelo primeiro-ministro britânico, Tony Blair. O documento adverte que a poluição mundial está acontecendo de forma acelerada e que os custos para se diminuir, em especial aquela decorrente das emissões de CO2, podem atingir 7 trilhões de dólares – ou 20% do PIB mundial até o ano de 2050. Inclui relação dos países mais poluidores e percentagem da emissão mundial de carbono por país.
  • DUAILIBI, Julia. A neutralização da culpa. Veja, São Paulo, v.40, n.7, p.66-69, 21 fev., 2007.
    Focaliza o sistema de neutralização de emissões de CO2 na atmosfera, através do seqüestro do elemento realizado pelas plantas, especialmente as árvores. Destaca que, cada vez mais, empresas e pessoas – voluntariamente ou como estratégia de marketing – encarregam outras empresas ou ONGs de plantar árvores em número suficiente para absorver o gás produzido por suas ações. Cita exemplos da quantidade de plantas necessárias para assimilar o CO2 emitido de vários eventos.
  • EL KHALILI, Amyra. A fome com a vontade de comer carbono. Fórum de direito urbano e ambiental, Belo Horizonte, v.6, n.36, p.7-9, nov./dez., 2007.
    Explica a diferença entre créditos de carbono (contratos transferíveis em que uma das partes se compromete a reduzir a emissão do gás carbônico enquanto a outra paga por este compromisso)  e commodities (mercadoria padronizada para compra e venda). Questiona a forma como estes créditos estão sendo comercializados. Alega que precisamos de uma política econômica de longo e não de curto prazo,  que privilegie soluções estritamente financistas em detrimento das necessidades sócio-ambientais.
  • ENKVIST, Per-Anders; NAUCLÉR, Toms; ROSANDER, Jenker. Os custos da responsabilidade. HSM Management, v.11, n.63, p.62-68, jul./ago., 2007.
    Divulga o estudo McKinsey, que trata do custo de redução de emissões de gases de efeito estufa pode ser de 0,6% a 1,4% do PIB mundial. Objetiva (1) propiciar aos responsáveis pela determinação das políticas uma compreensão do impacto e dos custos de cada método de redução de emissões e da importância relativa dos diversos setores e regiões, e (2) ajudar os líderes corporativos a compreender as conseqüências de possíveis ações regulatórias para as empresas e os diversos setores de atividade.
  • GALVÃO, Fernanda. O mercado dos créditos de carbono. Isto é dinheiro, São Paulo, n.446, p.76-77, 5 abr., 2006.
    Mostra a evolução desse mercado, com ênfase à existência de fundos de investimentos individuais, de pessoa física, como o inglês Trading Emissions PLL, com patrimônio de 135 milhões de libras. Esclarece que empresas com atuação na área de desenvolvimento e financiamento de projetos de redução de emissão de gases poluentes buscam os “bônus verdes”, tipo de licença para poluir que se transformou numa espécie de moeda ambiental internacional.
  • GLEENN, Edward P et all. Growing halophytes to remove carbon from the atmosphere. Environment, v.34, n.3, p.40-43, apr., 1992.
    Afirma que o seqüestro de carbono pelas plantas, com conseqüente conversão em biomassa é uma das poucas opções viáveis para se reduzir a concentração de CO2 na atmosfera. Entretanto, o reflorestamento muitas vezes não é a melhor opção, já que (1) tal área poderia ser necessária para se produzir alimentos, dado o rápido crescimento populacional do planeta, e (2) a eficiência no armazenamento de carbono em tal processo mostra-se significativa apenas durante o crescimento das plantas, fato este que requereria a repetição do processo. Coloca como alternativa o uso de plantas halófitas (que requerem pouca água e sobrevivem em solos salinos) em regiões desérticas, portanto inexploradas.
  • GONÇALVES, Cyllene Zöllner Batistella (et al.). Mecanismo de Desenvolvimento Limpo e considerações sobre o mercado de carbono. Revista de direito ambiental, São Paulo, v.11, n.43, p.83-100, jul./set., 2006.
    Analisa a estrutura institucional do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo, bem como detalha as etapas dos ciclos dos projetos de redução de emissões de carbono. Trata do recém formado mercado de créditos de carbono, mencionando não apenas aquele regido pelo Protocolo de Quioto, como também os demais que atuam de forma independente. Coloca em discussão os principais temas debatidos na última Conferência das Partes realizada em Montreal, em novembro de 2005.
  • GONZÁLEZ BIONDO, Graciela. Nota dez em sustentabilidade. HSM Management, v.11, n.63, p.76-82, jul./ago., 2007.
    Mostra que empresas de variados tipos e portes estão se tornando ambientalmente responsáveis. Ressalta que tal fenômeno se dá, em grande parte, devido ao comportamento de investidores, tidos como “reguladores”, que buscam cada vez mais apostar em instituições que se preocupam com o meio ambiente. Outra razão é o aumento dos ativos de fundos mútuos desenhados para investimento em empresas que cumpram determinados padrões de responsabilidade social.
  • HARVEY, L. D. Danny. Tackling urban CO2 emissions in Toronto. Environment, v.35, n.7, p.16-20, 38-44, sep., 1993.
    Afirma que em 1990 a cidade canadense se comprometeu oficialmente a reduzir as emissões de dióxido de carbono para 20% abaixo daqueles registrados em 1988, até o ano de 2005. Aponta a complexidade de se alcançar esse objetivo, já que o crescimento populacional esperado até 2011 é também de 20%. Lembra que tal compromisso antecede qualquer acordo internacional com o mesmo fim, demonstrando atitude precavida do país. Inclui quadros sobre projetos de redução de CO2 de vários centros urbanos, uso e conservação de energia em Toronto.
  • HE, Jiankun; ZHANG, Aling; YE, YONG. Technology options for CO2 mitigation in China. Ambio, v.25, n.4, p.249-253, june, 1996.
    Afirma que a China mesmo com mudanças na estrutura industrial e constante melhora na eficiência energética, sua economia emergente e o uso de reservas de carvão levarão a altos índices de emissões de CO2 no próximo século. Apresenta opções de tecnologia que permitem o desenvolvimento com a proteção do meio ambiente e redução da poluição ambiental, como a melhora na eficiência energética e o maior uso de fontes alternativas de energia (gás natural, energia nuclear e aquela proveniente de usinas hidroelétricas.)
  • INTARAPRAVICH, Duangjai. Assessing greenhouse gás mitigation options for the Thai power sector. Ambio, v.25, n.4, p.233-239, june, 1996.
    Examina o potencial de mitigação da emissão de gases de efeito estufa no setor energético da Tailândia e avalia a possibilidade da redução da poluição como conseqüência de novos planos e políticas de governo para o setor até o ano de 2030. Entre as estratégias a serem adotadas estão a exploração de energias menos poluentes (gás natural, nuclear, hidroelétricas) e a melhora na eficiência energética. Inclui gráficos que mostram as emissões de CO2 em 1989 e com aquelas decorrentes do consumo de energia, por setores da economia.
  • LEONHARDT, Roberta Danelon. Créditos de carbono terão registro digital.  Informativo jurídico consulex, Brasília, v.21, n.10, p.16, 12 mar., 2007.
    Divulga o contrato formalizado em agosto de 2006, que regulamentará o comércio de emissões sob o Protocolo de Kyoto, sistema este conhecido como ITL, do inglês International Transaction Log., que será conectado aos registros de comércio de emissão de todos os países industrializados que assinaram o Protocolo, devendo entrar em operação em abril de 2007 e permanecer em atividade até 2015.
  • LISKI, Jari (et al). CO2 emissions from soil in response to climatic warming are overestimated. Ambio, v.28, n.2, p.171-174, Mar, 1999.
    Examina o prognóstico de que o armazenamento de carbono nos solos se reduza com o aquecimento global, visto que a decomposição da matéria orgânica se dá com maior velocidade à medida que a temperatura se eleva; tal decréscimo acarretaria um aumento na concentração de CO2 na atmosfera, já que os solos contêm duas vezes mais carbono. Destaca, entretanto, que a decomposição de matéria orgânica presente em solos velhos é substancialmente mais lenta.
  • LOFSTEDT, Ragnar E; SEPP, Kalev; KELLY, Laura. Partnerships to reduce greenhouse emissions in the baltic. Environment, v.38, n.6, p.16-20, 40-42, july/aug., 1996.
    Expõe a delicada questão do equilíbrio entre a demanda por energia e a preservação ambiental no planeta. Demonstra que pouca atenção tem sido dada aos impactos sociais e econômicos da introdução de novas tecnologias, e como a economia mundial pode influenciar drasticamente com novas estratégias de energia sustentável. Afirma que a adoção de políticas públicas por nações que se esforçam em conjunto tem chances de obter bons resultados. Aborda o caso específico da região dos países bálticos.
  • LOPES, Ignez Vidigal. Em tempo.  Agroanalysis, Rio de Janeiro, v.23, n.6, p.31-32, set., 2003.
    Trata do mercado de créditos de carbono no Brasil e do interesse de empresários estrangeiros em investir nele. Afirma que a grande solidez e sofisticação das instituições brasileiras nesse mercado pode ser o grande diferencial na atração de investimentos no âmbito do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL).
  • LOPES, Luciano. Em busca do mundo sustentável. JB ecológico, v.5, n.69, p.22-24, out., 2007.
    Discorre sobre a preservação e recuperação ambiental, em especial sobre o comércio de crédito de carbonos, que tem funcionado cada vez mais como estímulo para empresas e países reduzirem a emissão de gases causadores do efeito estufa. Examina a situação da Floresta Amazônica no contexto, destacando que a mesma vale mais “em pé do que derrubada”: a preservação do megabioma pode gerar até US$ 1 bilhão por ano no mercado de créditos de carbono. Mostra algumas iniciativas de empresas brasileiras que têm se destacado na área de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) e preservação ambiental.
  • MASSEY, Suzanne C. Global warming international environmental agreements: the 1992 united nations conference on the environment and development most likely will not culminate in a sucessfully preventive global warming treaty without the united states’ support. Georgia Journal of International and Comparative Law, v.22, n.1, p.175-209, spring, 1992.
    Aponta os “gases-estufa” como a provável causa do aquecimento global ocorrido nos últimos anos e que, apesar da comunidade internacional reconhecer a ameaça, não há consenso quanto as medidas apropriadas para se conter o processo.  Ressalta o grande impacto ecológico e econômico no planeta caso a temperatura continue aumentando. Considera determinante a relutância dos EUA em assinar o compromisso feito pelo G-7 para reduzir as emissões dos “gases-estufa”. Cita exemplos de acordos internacionais em casos que envolveram questões ambientais, como o Lake Lanoux Arbitration, onde a França pretendia desviar um rio que adiante  desaguaria na Espanha.
  • Mercado de carbono: negócios verdes. Agroanalysis, Rio de Janeiro, v.27, n.11, p.26-27, nov., 2007.
    Trata das oportunidades de negócio no mercado de créditos de carbono gerados a partir de projetos que reduzam a emissão de gases de efeito estufa, como o gás carbônico e o metano. Cita os dez passos necessários para se aprovar um projeto no mercado de carbono; dá exemplos de empresas brasileiras com projetos aprovados pelo Conselho da ONU para Mudanças Climáticas. Inclui texto com explicação sobre o funcionamento de um biodigestor.
  • Mercado de carbono na ponta do lápis. Agroanalysis, Rio de Janeiro, v.25, n.1, p.37-38, jan., 2005.
    Argumenta que com a adesão da Rússia ao Protocolo de Kyoto, o Brasil se prepara para participar de aproximadamente 10% do mercado de créditos de carbono gerado pelo Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL). Explica o funcionamento dos MDLs que permitem aos países industrializados abaterem de suas metas de corte de emissões de gases-estufa as reduções compradas em países subdesenvolvidos.  Inclui nota que divulga a criação do Mercado Brasileiro de Emissões (MBRE), que será negociado na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F).
  • MEYER, Carolina. Atrás do dinheiro verde. Exame, São Paulo, v.40, n.20, p.62-64, out., 2006.
    Relata sobre a descoberta, por empresas brasileiras, das excelentes perspectivas que representam o mercado de créditos de carbono, ao perceberem que, ao reduzir emissões de gases poluentes, poderiam também vender os créditos de carbono correspondentes. Afirma que no Brasil esse mercado ainda é incipiente e pouco entendido, enquanto que bolsas européias e japonesas já negociam esses títulos.
  • Negócios em alta. Agroanalysis, Rio de Janeiro, v.26, n.6, p.22, jun., 2006. Nota: Título do artigo é precedido do tema: Mercado de carbono.
    Exibe cifras do mercado internacional de crédito de carbono, que começou a funcionar em 2005; o volume estimado para o ano de 2006 é de US$ 25 a US$ 30 bilhões. Aponta o cenário de oportunidade para o Brasil ampliar sua participação rumo à liderança nos projetos de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL). Cita exemplos de sucesso de empresas brasileiras que já podem emitir os Certificados de Emissões Reduzidas (CREs). Apresenta quadro com porcentagens, por nação ou região, de participação no mercado global de créditos de carbono.
  • NORBERG-BOHM, Vicki. From de inside out reducing CO2 emissions in the buildings sector. Environment, v.33, n.3, p.16-20, 37-44, april., 1991.
    Aponta o surgimento de um consenso científico internacional de que os gases geradores do efeito estufa, emitidos em decorrência da atividade humana, causarão mudanças no clima do planeta. Afirma que uma das maiores fontes de emissão de gases-estufa é a queima de combustíveis fósseis com o objetivo de disponibilizar energia para edificações – residenciais comerciais e industriais. Exibe tabelas e gráficos estatísticos com dados referentes às emissões de CO2 e a finalidade da energia gerada, em residências e em estabelecimentos comerciais dos EUA. Sugere estratégias para a redução de tais emissões.
  • PARDINI, Flávia.  Muda o clima de Kyoto. Carta Capital, v.11, n.319, p.38-40, 1 dez., 2004.
    Destaca que o mercado de créditos de carbono passará a funcionar na prática com a entrada em vigor, no dia 16 de fevereiro de 2005, do Protocolo de Kyoto. Afirma que o Brasil terá um lugar garantido entre os principais atores deste mercado, mas que enfrentará competição acirrada de outras nações em desenvolvimento, especialmente China e Índia. Aponta os passos necessários para que um projeto de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) seja aprovado pela Comissão Interministerial de Mudança do Clima do governo brasileiro.
  • PIACENTINO, Diego. Carbon taxation and global warming domestic policy aspects. Rivista di diritto finanziario e scienza delle finanze, Milano, v.51, n.1, p.636-654, gen./dic, 1992.
    Trata do possível uso de medidas taxativas sobre emissões de CO2, no contexto políticas domésticas, com vistas à prevenção do aquecimento global. Visa expandir a análise de questões que somente há pouco começaram a atrair atenção. Sugere a adoção da cobrança de um tributo, em nível internacional, sobre emissões de carbono. Busca despertar, em um segundo plano, compromissos e ações nacionais que podem ser concebidas – na verdade alguns países, como Noruega e Suécia já as adotaram.
  • PINHO, Cláudia; MENCONI, Darlene. O planeta sob pressão. Isto é, São Paulo, n.1845, p.68-74, 23 fev., 2005.
    Trata da entrada em vigor do Protocolo de Kyoto, ocorrida em 16 de fevereiro de 2006. Aborda os pontos principais acordados entre as nações participantes e as perspectivas de sucesso do acordo. Ressalta que a primeira iniciativa aprovada para receber créditos de carbono é de um projeto brasileiro. Inclui mapa do mundo com dados sobre o efeito estufa, as mudanças previstas e os países maiores emissores de carbono na atmosfera.
  • Protocolo de Quioto: o peso dos EUA. Agroanalysis, Rio de Janeiro, v.27, n.9, p.42, set., 2007.
    Apresenta sugestão dos EUA para reduzir em dez anos o prazo para eliminação do uso dos gases HCFC, utilizados em geladeiras e aparelhos de ar-condicionado, como forma de acelerar a eliminação do uso de gases que danificam a camada de ozônio. Estima-se que a supressão desses gases produziria pelo menos o dobro de reduções de gases do efeito estufa resultante do Protocolo de Quioto.  Cita documento assinado de entendimento entre os governos da Finlândia e do Brasil, o qual prevê a troca de informações sobre os Mecanismos de Desenvolvimento Limpo (MDLs).
  • ROCHA, Marcelo Theoto. As oportunidades do mercado de carbono. Agroanalysis, Rio de Janeiro, v.24, n.2, p.34-35, fev., 2004.
    Examina as oportunidades do Brasil no mercado de carbono, afirmando que o país está apto a oferecer créditos de projetos florestais por meio do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL). Detalha as regras definidas pela Nona Conferência das Partes (COP 9), ocorrida em Milão em dezembro de 2003, para os projetos florestais de MDL a serem implementados no primeiro período do compromisso do Protocolo de Kyoto.
  • Rússia endossa o Protocolo de Kyoto. Agroanalysis, Rio de Janeiro, v.24, n.11, p.50, nov., 2004.
    Explica o Protocolo de Kyoto, os fatos que levaram à adoção do acordo e as implicações práticas, nas vidas de pessoas e nações, decorrentes da adoção de medidas que reduzam as emissões de dióxido de carbono e de outros gases causadores do efeito estufa. Exibe gráfico ilustrativo da emissão de gás carbônico pelos principais países poluidores e outros dados referentes à poluição no planeta. Destaca que a Rússia decidiu apoiar o movimento mundial pelo meio ambiente, fato determinante para que o acordo comece a vigorar.
  • SATHAYE, Jayant; MONAHAN, Patty; SANSTAD, Alan.. Costs of reducing carbon emissions from the energy sector: a comparison of China, Índia, and Brazil. Ambio, v.25, n.4, p.262-266, june, 1996.
    Relata que as emissões de carbono dos setores de energia compreendem a totalidade das emissões de gases causadores do efeito estufa na China e Índia, e estão se tornando mais significativas no Brasil. Aponta que melhoras na eficiência energética representam uma opção de boa relação custo/benefício para se reduzir as emissões nesses três países.
  • SGARBI, Luciana. O Brasil contra-ataca em Bali.  Isto é, São Paulo, n.1990, p.88-89, 19 dez., 2007.
    Dispõe sobre as repercussões da 13ª Conferência da Convenção de Mudança Climática das Nações Unidas, com representantes de 190 países, ocorrida em Bali. No evento é enfocado a Amazônia como peça chave para a preservação e recuperação da qualidade do ar atmosférico, e é afirmado dados mentirosos sobre o índice de devastação da floresta – rebatidos pelo ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim. Foi dito também que as reduções de emissões de carbono do Brasil estão aquém das expectativas e que o país negocia créditos de carbono pela conservação da Amazônia – fatos estes admitidos pelo ministro e pela ministra do Meio Ambiente, Marina Silva.
  • SIDDIQI, Toufic A. Carbon dioxide emissions from the use of fossil fuels in asia: an overview. Ambio, v.25, n.4, p.229-232, june, 1996.
    Afirma que as emissões de CO2 resultantes da queima de combustíveis fósseis na Ásia superam aquelas da América do Norte ou Europa. Destaca a importância do engajamento dos países daquele continente em acordos e parcerias internacionais que visem a redução dos “gases-estufa”. Apresenta estimativas das emissões de CO2 pela queima de combustíveis fósseis e sugere estratégias tecnológicas para redução da poluição ambiental.
  • SWISHER, Joel. A Mechanism to reconcile equity and efficiency in global climate protection: international carbon emission offsets. Ambio, v.21, n.2, p.154-159, apr., 1992.
    Aponta que há grande discrepância quanto às formas de participação, por parte de países desenvolvidos e em desenvolvimento, no processo de redução das emissões de CO2. Esclarece que as nações emergentes têm grande potencial de crescimento energético e de expansão de fronteiras agrícolas - por isso mais oportunidades para reduzir emissões futuras de carbono -, enquanto que aquelas industrializadas concentram a tecnologia e os recursos financeiros necessários. Cita (e considera interessante) a opção de uso dos International Carbon Emission Offsets (ICEOs), que funcionariam como mecanismo de transferência de recursos (moeda de troca) entre nações pertencentes aos dois grandes grupos supracitados.
  • Tira-dúvida: mercado de carbono. Agroanalysis, Rio de Janeiro, v.27, n.9, p.41, set., 2007.
    Em formato de perguntas e respostas, exibe conceitos concernentes ao tema aquecimento global, esclarecendo sobre efeito estufa, seqüestro de carbono, Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), Mercado Brasileiro de Redução de Emissões (MBRE), entre outros. Descreve brevemente o Protocolo de Quioto e seus fatos geradores.
  • TEIXEIRA, Duda. Salvar o planeta dá lucro. Veja, São Paulo, v.39, n.48, p.116-118, 6 dez., 2006.
    Discorre sobre os bons negócios que as empresas brasileiras estão tendo com o mercado de carbono, vendendo Certificados de Emissões Reduzidas (CERs) para o exterior. Exibe dados sobre empresas brasileiras: como acumularam créditos, quais foram os compradores e quanto ganharam com as transações. Mostra os países com maior capacidade para explorar esse segmento.

Material atualizado até a data da publicação (09/06/2008).

 
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