16/10/2008 10:21
Proposta exige que delegacias da mulher funcionem ininterruptamente
O Projeto de Lei 3901/08, em tramitação na Câmara, determina que as delegacias de polícia especializadas no atendimento à mulher funcionem 24 horas por dia, sete dias por semana. Hoje, o horário de funcionamento das delegacias da mulher depende das Secretarias de Segurança de cada estado.
A autora da proposta, deputada Sueli Vidigal (PDT-ES), cita estatísticas segundo as quais uma mulher é vítima de violência a cada 15 segundos. Na maioria dos casos, o agressor é o próprio cônjuge ou companheiro, mas é baixíssima a quantidade de mulheres que denunciam as agressões. "Faz-se necessário, portanto, oferecer serviços ininterruptos de atenção à mulher vitimada, de forma a demonstrar que esse tipo de violência não será mais tolerado e que se constitui em atentado aos direitos humanos e obstáculo ao desenvolvimento e à consolidação plena da democracia brasileira", disse ela.
Central de Atendimento
Atualmente, a Central de Atendimento à Mulher (telefone 180) funciona ininterruptamente. De qualquer telefone (público, fixo ou celular), a qualquer hora e de qualquer lugar do País, mulheres e homens podem ligar pedindo ajuda ou denunciando a violência.
Tramitação
O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Notícias anteriores:
Câmara aprova centros de atendimento a vítimas de estupro
Violência contra mulher poderá ser crime de tortura
Câmara aumenta rigor contra crimes sexuais
Bancada feminina elege Lei Maria da Penha como prioridade
(Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura `Agência Câmara`)
Agência Câmara
Tel. (61) 3216.1851/3216.1852
Fax. (61) 3216.1856
E-mail:agencia@camara.gov.br
WS
A autora da proposta, deputada Sueli Vidigal (PDT-ES), cita estatísticas segundo as quais uma mulher é vítima de violência a cada 15 segundos. Na maioria dos casos, o agressor é o próprio cônjuge ou companheiro, mas é baixíssima a quantidade de mulheres que denunciam as agressões. "Faz-se necessário, portanto, oferecer serviços ininterruptos de atenção à mulher vitimada, de forma a demonstrar que esse tipo de violência não será mais tolerado e que se constitui em atentado aos direitos humanos e obstáculo ao desenvolvimento e à consolidação plena da democracia brasileira", disse ela.
Central de Atendimento
Atualmente, a Central de Atendimento à Mulher (telefone 180) funciona ininterruptamente. De qualquer telefone (público, fixo ou celular), a qualquer hora e de qualquer lugar do País, mulheres e homens podem ligar pedindo ajuda ou denunciando a violência.
Tramitação
O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Notícias anteriores:
Câmara aprova centros de atendimento a vítimas de estupro
Violência contra mulher poderá ser crime de tortura
Câmara aumenta rigor contra crimes sexuais
Bancada feminina elege Lei Maria da Penha como prioridade
Reportagem - Regina Céli Assumpção
(Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura `Agência Câmara`)
Agência Câmara
Tel. (61) 3216.1851/3216.1852
Fax. (61) 3216.1856
E-mail:agencia@camara.gov.br
WS

