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27/01/2012 13:05

Projeto prevê proteção ao registro dos nomes de organizações religiosas

Arquivo/ Elton Bomfim
Takayama
Takayama: medida evitará apropriação indevida do nome de igrejas.

A Câmara analisa o Projeto de Lei 2768/11, do deputado Takayama (PSC-PR), que prevê o direito de proteção ao registro do nome designativo das organizações religiosas. A proposta altera o Código Civil (Lei 10.406/02).

Segundo o parlamentar, a medida vai evitar o “oportunismo dos que fundam novas organizações religiosas, valendo-se de nomes e designações tradicionais para atrair fiéis”.

“Esta proposta visa suprir a omissão e garantir idêntica proteção de registro de nome e marca conferido às demais pessoas jurídicas, inclusive àquelas que já efetuaram o registro e não tiveram garantido o direito de utilização exclusiva”, afirma.

Segundo o autor, a legislação atual é omissa quanto ao direito de registro e proteção ao nome das organizações religiosas. Takayama afirma que o Poder Judiciário não reconhece esse direito mesmo que a organização religiosa esteja registrada no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).

Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e será examinado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ).

Íntegra da proposta:

Reportagem – Oscar Telles
Edição – Pierre Triboli

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Comentários

Ronaldo | 28/01/2012 14:12
Concordo com a proposta, pois assim deixa cada vez mais claro que entidades religiosas são mesmo comércio e a fé o objeto de mercancia. Oportunamente, algum deputado poderia apresentar uma emenda ao projeto para que estas entidades/empresas fossem obrigadas a recolherem impostos e também terem suas contas fiscalizadas, como qualquer empresa.